quinta-feira, 18 de setembro de 2008

De ontem

Quando eu acordei o sol tava rasgando as cortinas e quebrando as janelas. Aquele brilho todo cegava meus olhos recém despertos de uma madrugada de muito álcool, enquanto aquele calor me agitava os instintos para ajudar a viver um dia de muita falta de. Aquela madrugada com gosto de água com sal passara e bem que eu ouvi uma voz me falar que viria sol. Ainda bem que hoje não choveu e o clima abafado e o meu caminho sem nenhuma sombra, não me deixaram tempo pra lembrar que mais tarde, a noite ia chegar empurrada pelo vento que me balança os cabelos, que se perdem(e como eu ando perdida no meio deles!), acompanhada ainda de uma lua que me lembra meus tantos amores. Esse céu, esse frio, esse escuro com clima uns copos cheios e os sentidos perdidos no meio de tanta fumaça, talvez me fizessem conseguir falar desse meu tudo com palavras erradas e pequenas constituindo algum diálogo com ninguém.

3 comentários:

Renan C. disse...

o mesmo comentário do msm!
:D

Anônimo disse...

O bom disso tudo é deixar mesmo o sol rasgar as cortinas e a lua brilhar por dentro da gente. Tudo cegando, pra quando a gente abrir os olhos e enxergar a vida, ver que não tem mistério nenhum...

S disse...

tá na hora, tá na hora, tá na hora de postar!