sábado, 18 de outubro de 2008

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Tem aqueles ditados que alertam que vidros depois de escorregar das mãos e cair no chão de realidade dura, nem com uma boa cola vai deixar de exibir aquela marca de que alguma coisa um dia deu errado. O copo que eu enchi, como quem se enche de paciência até o limite máximo, não tinha sinais de desastre, a não ser pelo gosto transparente da água que desceu garganta abaixo mostrando pra minha cabeça que era pura ilusão virar de um gole só, achando que ia conter algo que me queimasse por dentro, alguma espécie de álcool capaz de me levar pra um caminho onde eu pudesse alcançar a placa brilhante que indica a saída.

Um comentário:

S disse...

"exit". run baby, run..