Esses círculos tão me deixando com náuses de olhar pra você. Essa brincadeira de roda gigante já tá ficando monótona. Não tem mais pra onde ir, a gente só vai e volta. Quando era uma montanha russa, tinha toda aquela velocidade que pegava a gente de surpresa e deixava aquele frio na barriga, que me fazia querer enfrentar a fila inteira pra ir mais uma vez. Eu juro que não quero mais roda gigante e mesmo com a fila pequena que tem lá embaixo, eu ia escolher a surpresa das subidas e descidas da nossa montanha russa. Essa coisa de rodar, rodar e não sair do lugar não é comigo. Eu só não sabia disso quando você saiu de perto de todo mundo, me puxou pra um canto e disse que precisa de mim pra segurar a sua mão quando tivesse lá em cima e depois daquele olhar que eu nunca soube se tinha saída, te acompanhei (...)
2 comentários:
Fiquei pensando na tua roda-gigante e comecei a tontear assim, de lembrar das minhas. É, eu já tive várias: algumas monótonas outras rápidas demais pra que eu pudesse sequer tomar fôlego pra mais uma volta.
Rodar, rodar e não sair do lugar às vezes é ruim, monótono e previsível. Mas pode ser bom demais quando se está com quem se gosta, mesmo que há tempos numa simples roda gigante.
Saudade!
Um beijo grande,
Ni. :)
teu blog é lindo e eu morro de saudade da Lili.
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