ver,
rever,
transver,
milver.
Deixa pular pra fora os olhos, senão você não pode perceber que ridículo não é você, é o fato de continuar acreditando que encontrou o óbvio da maneira mais fácil. Aí você subestima a minha digna capacidade de esconder a verdade mesmo em lugares comuns, por onde você passa todos os dias. O problema não é procurar isso aí que você tanto procura - ainda sem querer realmente achar, convenhamos. Mas presta atenção, olha de novo e olha mais uma vez. Não é suficiente acreditar no que vê, porque aí você esquece de tudo o que você não vê. E a mim, você não vê. Se eu pudesse te dar uma dica, eu diria pra você marcar os rodapés, não os textos, propriamente ditos. Poucas vezes eu vou entregar de bandeja o que realmente importa. Você me subestima mais uma vez e aí eu sinto cada vez mais vontade de brincar com as palavras e te confundir, porque sabe de uma coisa? Não é nada disso do que você tá pensando.
Um comentário:
e serve pra mim, assim de rabo, um ctrl+v disso tudo, duas vezes
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