"A pessoa torna-se échangiste ingressando num clube, assinando um formulário, prometendo obediência às regras e recebendo um cartão de sócio para garantir o ingresso e assegurar que quem está lá dentro seja simultaneamente um parceiro e um jogo. (...)
Será que os anseios irrealizados, as frustrações amorosas, os temores de ficar só e de se ferir, a hipocria e a culpa são deixados para trás depois de uma visita ao clube? Será possível encontrar lá a intimidade, a alegria, a ternura, a afeição e o amor? Bem, o visitante pode dizer de boa-fé: iste é sexo, seu estúpido - não tem nada a ver com nada disso. Mas se ele ou ela estiver certo(a), será que o sexo em si é importante? Ou que, seguindo Sigusch, se a substância da atividade sexual é a obtenção do prazer instantâneo, 'então o mais importante não é o que se faz, mas simplesmente que aconteça'"
Um comentário:
Essa parte é awesome.
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