Imagina que ela estava deitada na grama, lendo um livro sobre alguma coisa como um romance barato desses que têm final feliz, sem erro, deixando os ventos bagunçarem seus cabelos, passando as mãos vezenquando só pra que a franja não entrasse nos olhos e interrompesse aquele que parecia o mais envolvente dos livros. Era por si só um desenho tão interessante em lápis colorido misturado com giz de cera que dispensava que a leitura fosse filosófica ou que houvesse algo mais intelectual naquela cena.
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