segunda-feira, 9 de novembro de 2015

De um dia de 2013

Entre o equilíbrio e o "almas gêmeas", o equilíbrio. 
Na corda-bamba, no parapeito, no impulso suicida, a beira do abismo - o equilíbrio. 
Pelo mais do mesmo que nunca se repete - eu, teu equilíbrio. 
Diferente das metades da laranja que nunca se completam - teu oposto, o equilíbrio. 
Por não haver nada de siamesas em almas enamoradas como estas que nos habitam - ah, o equilíbrio!
De ser imprevisível o gesto, o gosto, oposto, o sexo - meu e teu des-equilíbrio. 
Pelo oposto que me atrai, teu desequilíbrio.


Você                     eu te equilibro. 

Nenhum comentário: