Lembra que eu precisava sempre da tua aprovação pra escrever? Não, não era assim. Eu escrevia e você era o meu parâmetro. Te mostrava e só respirava aliviada quando você falava 'muito bom'. Parecia que eu tinha feito uma prova e você ia corrigir. Você nunca me deu uma nota baixa. A gente se admirava, lembra? Ficávamos horas falando sobre o que a gente podia escrever junto. A gente teve mil idéias sensacionais mais um milhãos de planos absurdos. Todos terminavam bem (...)
Ou talvez nunca terminassem.
Ou talvez nunca terminassem.
Um comentário:
E as vezes você, e eu, e nós, terminavamos os textos sem pontos, sem pontos finais.
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