Já que você tocou no assunto, eu vou te contar a verdade.
Não faz muito, mas eu descobri que não é mentira o que falam sobre a proximidade do amor e do ódio. Não me importo de falar em clichês, você sabe. Eu mesma sou um exemplo dos bons. Acontece que você e eu. É mais ou menos como eu e você. Eu sou o amor, você não duvidaria. Você é meu ódio. Depois de cinco minutos, já é você quem odeia e eu já te amo de novo. Você percebe agora? Quando amor eu e você, o ódio não é diferente. Não é só próximo, não. É junto. Igual. O mesmo lado da mesma moeda. É misturado. "Um quilo de farinha do mesmo saco", diria Moska. Poucas são as vezes que a gente consegue distinguir quem tá por cima e quem tá por baixo. Raros são os sentimentos que têm nome aí por dentro. Aqui. Eu sei, eu disse 'amor' e 'ódio'. Mas mesmo esses a gente confunde pelo meio das outras palavras que a gente prefere não pronunciar. Já que eu te prometi, a verdade é que assim a gente tem se encontrado no começo de cada dia e se perdido antes do final.
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